quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

ATENÇÃO DIÁRIA NÃO FAZ MAL A NINGUEM!

domingo, 28 de dezembro de 2014

Sequestradores de alma (Você pode ser uma vítima)



Imagens - Google

Muito bom este texto de Silvia Malamud, eu costumo chamar essas pessoas de "vampiros de energia", e podem estar disfarçados das mais diversas maneiras, na família, no trabalho, nos relacionamentos e até naquela vovozinha que aparentemente parece tão carente e necessitada de atenção . 
"Prestençãoooo", a vida é sua, não viva a dos outros porque amores e oportunidades passam e não voltam!



Fonte
: CONTI outra artes e afins
Por Silvia Malamud

“O mecanismo perverso visa aprisionar o outro num sistema sutilmente violento onde a principal arma é a inserção do sentimento de culpa, a desqualificação e a negação de tudo que signifique a identidade do parceiro.”

Você sabe o que é ser prisioneiro psicológico da trama secreta e obscura de outro alguém?
  • Já teve ou está numa relação onde se sente preso e sem liberdade para ser você desde os aspectos mais simples até nos mais profundos do seu ser? Sempre abre mão dos seus desejos e escolhas em nome de acertar a sua relação com o outro, sentindo-se sempre devedor de algo não palpável?
  • Percebe ser freqüentemente julgado e criticado sem se quer ter errado?
  • Costuma ter dificuldade para discernir se seus sentimentos sobre sua liberdade são verossímeis ou não…
  • Sente dúvida sobre si mesmo a ponto de se sentir culpado?
  • Sente-se obrigado a fazer coisas em conjunto que pelo seu estilo de personalidade não gostaria de fazer nem junto e nem separado…?
  • Fica preso como se andando em círculos se repetindo neste tipo de situação desagradável para você?
Se as respostas forem positivas é bem provável que você esteja sendo mais uma vitima desse tipo de sequestro emocional.

Quais tipos de pessoas costumam ser vítimas desse tipo de sequestrador?
  • Em geral, são pessoas com carências afetivas importantes, pessoas de boa índole com certa dose de ingenuidade em relação ao outro e benevolência acima do limite.
  • Pessoas sem malícias maiores.
  • Pessoas que acreditam que a doença emocional sempre vai morar ao lado e nunca na própria casa onde se vive.
Como agem estes sequestradores de almas?

O primeiro passo é o da sedução sem limites.
O sequestrador se transforma naquilo em que a vítima mais necessita no momento e nunca as promessas são falsas, sempre as cumpre. As ofertas vêm desde suprimento de carência afetiva, a oferta de trabalho, dinheiro, roupas, viagens, etc.
“O problema começa quando o preço oculto neste pacote de suposta bondade, doação e boa vontade começam a ser cobrados num padrão de sofisticação intelectual em que a vítima dificilmente consegue discernir como sendo algum tipo de cobrança, mas sente-se culpada e na obrigação de servir aos desejos e reclamações do parceiro”.
Este por sua vez, num mecanismo perverso, visa aprisionar o outro num sistema sutilmente violento onde a principal arma é a inserção do sentimento de culpa, a desqualificação e a negação de tudo que signifique a identidade do parceiro.
Como resultado, uma importante quebra da auto-estima e confiança se estabelece somando-se ao entendimento de que só se sobrevive psiquicamente através da dependência emocional e dos ditames do suposto sequestrador.

Como escapar deste tipo de enredamento psicológico e de alma?
  • Em primeiro lugar, é preciso se ter plena consciência de que algo está errado. Que as sensações diárias não estão nada boas e que algo deve ser feito, mesmo que não se tenha clareza sobre a totalidade da situação.
  • Em segundo, saber que podemos fazer escolhas na vida, por mais difíceis que elas possam parecer.
  • Em terceiro, se estiver muito confuso e com dificuldades para discernir o certo do errado, o justo do injusto e sentir um constante desconforto, não deixe de buscar auxílio de amigos, se tiver, de uma convicção religiosa e sempre busque apoio num processo terapêutico.

Os danos causados por este tipo de vivência se forem por período demasiado longo, podem ser devastadores na vida de uma pessoa.

Lembre-se, sua vida é única e que estamos aqui para sermos felizes de verdade. Não se acostume com o que não lhe faz bem, tudo pode mudar para melhor.

Ouse e conquiste.

Quer saber mais sobre esse "Vampiros de Energia"?
Já li vários textos sobre isso mas neste "Vampiros de energia: 10 formas de identificá-los" temos bem identificados os vários tipos.
Poderá também gost

Entendendo nosso organismo!


domingo, 28 de dezembro de 2014

Qual a relação entre as cores e o cérebro?

Podemos chamar de cadeia Alimentar?

La fisiología del E. coli en la colonización de la Lechuga

Lunes, 20 Octubre 2014 - 12:00am
Internacional
El Escherichia coli es un comensal del intestino, un patógeno versátil de preocupación para la salud pública. El E. coli también se encuentran con frecuencia en diferentes entornos y / o huéspedes secundarios alternativos, tales como los tejidos vegetales. El estilo de vida de E. coli en plantas es mal entendida y tiene implicaciones potenciales para la seguridad alimentaria.
El trabajo realizado por  Amanecer Arnold, de la Universidad del Oeste de Inglaterra, Reino Unido, muestra que una cepa comensal humana de E. coli K12 coloniza fácilmente las plantas de lechuga y produce grandes agregados de células-microcolonias en las hojas, especialmente en las hojas jóvenes, en la proximidad del tejido vascular. Las observaciones sugieren fuertemente que los agregados de células surgen de la multiplicación de las células bacterianas individuales que llegan a esos lugares.
Han demostrado que el  E. coli aislado de hojas colonizadas colonizan progresivamente plantas de lechuga a escalas más altas, lo que sugiere un proceso de adaptación rápido. Las células de E. coli aisladas de las hojas presentan un dramático aumento de la tolerancia al estrés oxidativo y se volvieron más sensibles quimiotáctica hacia extractos de hojas de lechuga.
Las cepas mutantes deficientes en su respuesta quimiotáctica eran colonizadores de la lechuga menos eficientes que la cepa isogénica quimiotaxis. Sin embargo, la aclimatación al estrés oxidativo del medio mínimo falló a la primer célula E. coli para mejorar la eficiencia de la colonización de la lechuga.
Un sistema experimental gnotobiótico que comprende plántulas de lechuga trasplantados en-Hoagland agarizado (0,6% de agar-agar) inoculado con E. coli K12 cepa MG1655 se utilizó para estudiar los aspectos básicos de la cepa E. coli y la multiplicación sobre las plantas. Usando el ensayo de colonización estandarizada, El E. coli coloniza las raíces y las hojas de lechuga en un promedio de 6,9 × 10 9 o 7,3 × 10 7 UFC por gramo de tejido, respectivamente.
Hemos observado que las células E. coli en contacto con las raíces de lechuga principalmente localizados en los pelos de la raíz tienden a formar grupos en filas, al parecer en el espacio apoplástica entre células de la raíz.
Figura 1. fotomicrografías de fluorescencia representativos de E. coli K12 colonizado-raíces de lechuga.FOTO: (A-D) Detalle de E. coli localización a zonas de aparición de las raíces laterales o (E-H) zona de elongación de la raíz después de la inoculación de plantas de semillero con (A y E) RFP-, (B y F) GFP-, (C y G) las células no marcadas o (D y H) plántulas no inoculadas. Aumentos estaban en (A-D) 150X o (E-H) 750X. La barra blanca corresponde a 20 micras (A-D) o 10 micras (E-H).
doi: 10.1371 / journal.pone.0110416.g001

Estos resultados ayudan a entender la adaptación fisiológica durante la vida alternativa de E. coli en / sobre los tejidos vegetales.
Dado que el aumento de la capacidad de colonización correlacionado con el aumento de tolerancia al estrés oxidativo, las células cultivadas LB se aclimataron al estrés oxidativo, y luego se usa para los ensayos de colonización de la lechuga. Sin embargo, estos tratamientos no lograron desencadenar una mayor capacidad colonizadora.
Las células E. coli  presentaron una respuesta quimiotáctica considerablemente más activa como se observa por la migración en placas. Para confirmar este resultado la migración hacia los capilares de vidrio llenos de lámina de la hoja o extractos libres de células de tejido vascular, se puntuó como una proporción de la migración hacia el tampón PBS estéril (control) del mismo depósito bacteriano.
La migración hacia extractos de lechuga era en promedio de 4 a 5 veces más prominente para que las bacterias no adaptadas cultivadas en medio LB-adaptado planta. Como control se muestra que, por el contrario a su línea isogénica (RP437), una cepa mutante con problemas en la respuesta quimiotáctica ( Chea - Δ cheA1643 RP9535 cepa) no mostró migración preferencial hacia foliares extractos.
Los recuentos bacterianos de las raíces o las hojas fueron en promedio 15 veces menor en comparación con los alcanzados por un inóculo similar de la cepa isogénica quimiotáctica. Los resultados fueron muy variable, de manera similar a los obtenidos para E. coli cepa MG1655 plántulas colonizados. Es de destacar que los conteos mínimos de colonización observados para las células quimiotácticas eran de hasta 1000 veces mayor que los de las células mutantes no quimiotácticos.
Además, nuestro trabajo muestra que las células  E. coli K12 producen grandes agregados de células-microcolonia como en hojas de lechuga que parecen surgir de la multiplicación de las células bacterianas individuales que llegan a esos lugares. Tal patrón definido no se observó en las raíces, lo que sugiere variaciones de la forma de vida endofítico de E. coli cuando se internaliza en diferentes tejidos de la planta. Era evidente que mientras las bacterias se acumulan, su número por la multiplicación masiva de un número bastante reducido de focos (células probablemente individuales) en hojas de plantas de semillero colonizados, tienen un acceso directo desde el sustrato en las raíces y podría explicar el número observado y distribución de las bacterias en este órgano de la planta.
Por lo tanto, las conclusiones de este estudio ayuda a entender la fisiología de E. coli durante el proceso de adaptación de la colonización de los ejércitos alternativos tales como plántas de lechuga.
Por María de los Ángeles Dublán electrónico , Juan Cesar Federico Ortiz-Márquez, Lina Lett, Leonardo Curatti electrónico

Bacteria fastidiosa en Olivos

INTA y SENASA detectaron la bacteria Xylella fastidiosa en olivos

Martes, 21 Octubre 2014 - 12:00am
Argentina
Por primera vez en Argentina y con escasos antecedentes en el mundo, técnicos de INTA y Senasa detectaron la presencia de la bacteria Xylella fastidiosa en olivos de la variedad Arauco, ubicados en la zona de Aimogasta (La Rioja) y de Cruz del Eje (Córdoba).
 De las 50 plantas analizadas, en casi el 50% se encontró la bacteria, la cual se propaga con facilidad a través de una chicharrita y provoca el desecamiento de los ejemplares. 
“Lo particular de estas chicharritas es que son polífagas y cambian de hospedante muy rápidamente”, aseguró la especialista del Instituto de Patología Vegetal del INTA, Raquel Haelterman, al tiempo que señaló: “Estos insectos se alimentan de diversas especies y eso potencia la diseminación de la bacteria”. Según explicó, los síntomas observados en las plantas fueron: decaimiento, coloración poco brillante de las hojas, defoliación parcial, muerte de ramas y quemado de la punta de la hoja (fenómeno conocido como “punta de flecha”). En esa línea, remarcó la importancia de este último síntoma, dado que suele ser característico de la acción de la bacteria, aunque aún se trata de establecer si los daños fueron causados por ésta o si también actuaron otros patógenos.
INTA y Senasa detectaron la presencia de la bacteria Xylella fastidiosa en olivos
La muestra analizada estuvo compuesta por ramas y hojas de 50 ejemplares, que presentaban la sintomatología, extraídos de cultivos tradicionales de la zona de Aimogasta y Cruz del Eje. En particular, según indicó la especialista, se estudió el pecíolo y la nervadura, ya que es en los vasos xilemáticos de esos órganos donde el patógeno alcanza su mayor concentración. A diferencia de los vasos floemáticos que transportan los productos derivados de la fotosíntesis, los vasos xilemáticos conducen el agua y los nutrientes y se encuentran en el tallo, los pecíolos y las hojas.
“Esta bacteria no afecta otros tejidos, sino que se asienta en estos vasos, los tapona y eso produce el marchitamiento y el secado del borde de las hojas”, señaló. “Se trata de una bacteria bastante difícil de aislar y, por eso, se la analiza a través de pruebas serológicas y moleculares”, explicó, quien además agregó: “Hasta ahora se la encontró en olivos de la variedad Arauco, una de las especies más requerida en el mercado y cultivada en la zona, ya que produce una aceituna de mesa con buen tamaño y cuyo fruto es autóctono”.
De acuerdo con los datos del Ministerio de Agricultura de la Nación, la Argentina es el primer productor de olivo en América del Sur con una superficie cultivada de 102.000 hectáreas. Entre los años 2000 y 2011, la elaboración de aceite de oliva creció un 239 por ciento mientras la producción de aceitunas de mesa se incrementó casi un 90 por ciento. Durante el primer trimestre de 2011, se exportaron 2494 toneladas de aceitunas de mesa por un valor de 9 millones de dólares.
Respecto de los principales destinos, se destaca Brasil con una mayor participación, seguido de Estados Unidos, Uruguay, Chile y Venezuela, entre otros. “Junto con el Senasa, tenemos previsto realizar un monitoreo para determinar en qué otra región olivícola está presente la bacteria, en qué otras especies la podemos detectar y cuál sería la chicharrita que la transmite”, anticipó Haelterman sobre la investigación llevada a cabo en el marco del Programa Nacional de Protección Vegetal de INTA.
La especialista dijo que la bacteria Xylella fastidiosa fue detectada por primera vez en 1890 en la vid en Estados Unidos. Luego, entre 1935 y 1940, se la encontró en ciruelos del Delta del Paraná y provocó la muerte de 500.000 ejemplares. “En aquel momento no había antecedentes bibliográficos de alguna afección similar en el mundo y se pensaba que era un virus transmitido a través de los injertos a otras plantas”, agregó. “Recién en 1976 con la microscopía electrónica, pudo observarse este microorganismo y confirmarse que se trataba de una bacteria, cuya pared era ondulada”, apuntó. Anteriormente, continuó, se pensaba que era un virus, pero a partir de la observación, se sospechó que podía ser similar a un tipo de bacteria presente en los animales, dada la característica de su pared.
“Desde aquel momento, se la comenzó a llamar bacteria tipo Rickettsia hasta que, en estudios sucesivos, se comprobó que no tenía vinculación con éstas y pasó a denominarse ‘bacteria limitada al xilema’, debido a que se asienta en los vasos xilemáticos de las plantas”, detalló. Tras la muerte de las plantas infectadas y el cese de la actividad frutícola en la zona del Delta, la plaga no se extendió al resto de las zonas productivas. Posteriormente, la bacteria se declaró como plaga nacional y, para la década del ’90, volvió a hallársela en almendros de la región de Catamarca y La Rioja. En la misma época apareció en el noreste del país en citrus, los cuales producían frutos de poco tamaño, en ramilletes y con la cáscara muy dura.
“En este caso, la sintomatología es diferente a la tradicional, ya que suele aparecer una clorosis internerval con puntos necróticos”, aclaró. Con relación a la presencia de la bacteria en olivo, comentó que se habían registrado algunos casos en California y que en 2013 había aparecido, asociada con otros hongos, en Italia. “Es la primera vez que llega a Europa y, debido al daño potencial que podría ocasionar en la producción, ya comenzaron a erradicarse las plantas infectadas”, concluyó. 
RIA

Los benefícios

Optimización de la extracción acuosa de compuestos fenólicos de hojas de olivo

Jueves, 13 Noviembre 2014 - 12:00am
Europa
La adherencia a una dieta mediterránea se ha asociado con un menor riesgo de enfermedades cardiovasculares y ciertos tipos de cáncer. Estas asociaciones se han relacionado, en parte, al alto consumo de aceite de oliva, más específicamente, el consumo de los compuestos fenólicos únicas que se encuentran en aceite de oliva
Los mismos compuestos se cree que son responsables de las propiedades promotoras de la salud atribuidos al consumo de aceite de oliva, también se han identificado en las hojas del olivo.
Optimización de la extracción acuosa de compuestos fenólicos de hojas de olivo
Por lo tanto, las posibles aplicaciones para los compuestos que promueven la salud con los extraídos de hojas de olivo son extensas. Estos incluyen su uso como aditivos alimentarios o suplementos para la salud, así como su uso continuado en la investigación futura en anticancerígeno potencial, anti-inflamatorias o anti-hongos agentes. Por tanto, es importante para optimizar la extracción de estos compuestos. La comprensión de los parámetros que afectan a la extracción de los compuestos fenólicos es de suma importancia para el establecimiento de las bases de esta futura labor.
Países mediterráneos representan alrededor del 98% del cultivo del olivo en el mundo (aproximadamente diez millones de hectáreas); que producen alrededor de 1,9 millones de toneladas métricas por año de aceite de oliva y 1,1 millones de toneladas de aceitunas de mesa.
Las hojas de olivo son un residuo agrícola de aceite y aceituna de mesa de la industria de la producción de oliva. Este residuo se produce como resultado de la poda de árboles de oliva durante la temporada de crecimiento.
Actualmente, este subproducto no es rentable, ya que en muchos países, las hojas de olivo se utilizan como alimento para animales o simplemente quemados con exceso de ramas obtenida de la poda.
El mercado de los aditivos e ingredientes naturales está creciendo rápidamente, con algunos productos naturales que obtienen precios elevados. Por otra parte, la posible toxicidad de ciertos compuestos sintéticos ha dado lugar a un creciente interés en la investigación de productos naturales de las industrias cosméticas, farmacéuticas y aditivos alimentarios.
Esto ha llevado a la mejora de las tecnologías de extracción, fraccionamiento y purificación se están desarrollando en los últimos años. Sin embargo, estas tecnologías modernas de purificación y separación pueden ser costosos y algunas veces peligrosos, lo que hace que sea casi imposible para los agricultores se beneficien directamente.
Se han propuesto una serie de métodos para la extracción de compuestos fenólicos de hojas de olivo, incluyendo el uso de tecnologías avanzadas, tales como microondas, la extracción de líquido a presión y métodos de extracción ultra-sónicas. Sin embargo, estas prácticas a menudo pueden tener altos costos de energía y conducir a la producción de residuos de disolvente excesiva, que puede ser más peligrosa para disponer de que la propia residuos agrícolas real. Por lo tanto, hay una necesidad para el desarrollo de procedimientos de extracción "verdes".
El agua es un disolvente de extracción polar no peligrosos barato. Se ha demostrado para extraer de manera eficiente una amplia gama de compuestos fenólicos con actividades antioxidantes altos a partir de un número de materiales de plantas.
Por lo tanto, en el presente estudio, que tuvo como objetivo optimizar la extracción de compuestos fenólicos de hojas de olivo que utilizan el disolvente de bajo costo, no peligrosos y fácil de obtener, el agua. Los parámetros de tiempo, temperatura y la relacion muestra-a-disolvente se eligieron para la optimización, ya que son fáciles para los agricultores o procesadores para controlar. La influencia de estos parámetros de extracción sobre la actividad antioxidante también fue investigado.
Tres ensayos se emplean con el fin de evaluar la actividad antioxidante de los extractos de hoja de olivo:
Para la reducción de la potencia férrico (FRAP) ensayo de antioxidante, el extracto se diluyó dentro del rango apropiado y, a continuación, se determinó su ion férrico reducción de la capacidad de acuerdo con Thaipong et al.
Se propusieron las condiciones óptimas para la extracción acuosa de compuestos fenólicos de hojas de olivo para estar en 90 ° C durante 70 min en una proporción de muestra a disolvente de 1:60 g / mL. El uso de hojas de olivo como materia prima para la extracción de compuestos fenólicos a través de este método simple y económico constituye un uso viable para este producto de desecho agrícola y potencialmente pueden servir como una fuente adicional de ingresos para los oleicultores / productores de aceite de oliva.
Facultad de Biociencias de Ingeniería, Universidad de Gante Campus Global.

Já nas Feiras Livres , supermercados e Hortifruit

Mangostán: El Antioxidante más poderoso del mundo

Lunes, 15 Diciembre 2014 - 12:15am
US
La principal propiedad del mangostán es la de tener un alto contenido de xantonas (o xantones), que son unas sustancias químicas naturales con un alto poder antioxidante y terapéutico. En la nota podrá escuchar al Doctor Sam y su opinión sobre el antioxidante más importante del mundo.
Escucha este y otros audios en TalkNewsLatam.com
El Antioxidante mas poderoso del mundo
El mangostino, también conocido con el nombre de mangostán, es un fruto de un delicioso sabor, posee gajos de color blanco y corteza dura que se obtiene de un árbol tropical originario de Indonesia. Es importante mencionar que esta compuesto por una gran cantidad de nutrientes y produce muchos beneficios en el organismo.
Si incorporas el mangostino en tu régimen alimenticio cotidiano le estarás aportando a tu organismo elementos como fibra, ácido hidroxicítrico, calcio, quinonas, fósforo, fenoles, potasio, estilbenos, vitaminas del grupo B, vitamina C, catequizas y xantonas que son fitonutrientes.
Algunas propiedades del mangostino:
- Te ayudara a evitar algunas alergias.
- Te proporcionara un efecto antioxidante.
- Te ayudara a prevenir el colesterol.
- Te ayudara a tratar dolores musculares y de huesos.
- Te ayudara a reducir la probabilidad de sufrir enfermedades cardiovasculares.
-  Te ayudara a controlar tu peso y te proporcionara un efecto saciante a la hora de realizar un régimen dietario.
Beneficios:
* Previene el endurecimiento de las arterias y ayuda al mejor funcionamiento del corazón.
* Es considerado anti Parkison y anti Alzheimer, resultando muy bueno para el sistema nervioso central. También se le atribuyen cualidades antidepresivas.
* Es un poderoso fungicida, antibacterial y también antiviral.
* Es un depurador de la sangre, razón por la cual se lo emplea para la presión arterial como también para reducir los niveles de azúcar y lípidos en sangre.
* Aumenta las defensas.

ALIMENTOS X ANSIEDADE

Alimentos Para Controlar a Ansiedade

ATT:  observar: laticínios de vaca (iogurte,queijo);batata inglesa (nem sempre recomendáveis)

 

Você sabia que cerca de 20% das mulheres apresenta algum distúrbio de ansiedade ao longo da vida? O número indica que esse tipo de problema é bem mais comum do que a gente imagina e que, portanto, precisa ser encarado de frente. Assim como em muitas outras doenças, a alimentação pode ocupar um papel importantíssimo no tratamento da ansiedade. Conheça algumas opções que podem controlar o nervosismo e outras que agravam os sintomas do ansioso.

Vilões da Ansiedade

Várias pessoas já desconfiam de alguns alimentos que aumentam a ansiedade, como o café, por exemplo. Outros produtos que contém cafeína podem aumentar a sensação de ansiedade, porque estimulam o funcionamento do sistema nervoso. Além deles, o açúcar e os doces devem ser evitados, por razões semelhantes. O chocolate, que para muitos ajuda a acalmar, na verdade só causa uma tranquilidade momentânea. Por ser estimulante, ele também está na lista de alimentos a serem evitados por pessoas ansiosas.

Alimentos Benéficos

Alimentos para Ansiedade
Alimentos para Ansiedade
Do outro lado, estão os alimentos que contribuem para aliviar os sintomas da ansiedade. Uma substância importante é o triptofano, que aumenta a sensação de bem estar. Veja a relação:
  • Leite desnatado
  • Iogurtedesnatado
  • Queijo branco
  • Nozes
  • Banana
  • Arroz
  • Batata
  • Feijão
  • Lentilha
  • Castanhas
  • Abacate
  • Soja
Outra dica importante é investir nos alimentos ricos em fibras, como os cereais e massas integrais, frutas e verduras. O ideal é sempre tomar bastante água junto com esses produtos, para facilitar o processo de digestão e o trânsito intestinal. E lembre-se: respire fundo e não se angustie por situações que não podem ser alteradas. ente imagina e que, portanto, precisa ser encarado de frente. Assim como em muitas outras doenças, a alimentação pode ocupar um papel importantíssimo no tratamento da ansiedade